Prezados gladiadores, caros carcarás sanguinolentos, companheiros abutres da tasmânia, venho avisá-los sobre uma novidade muito importante para a continuidade da vida armipotente dos senhores: existe um novo nicho de mulheres a ser investido por vos. Sim, senhores, há um novo espécime de presa a circular por aí, com seios saltitantes e bumbuns novinhos em folha. Coisa de outro planeta. Coisa da melhor qualidade.
Trata-se de uma espécie absolutamente inédita na história guerreira internacional. Elas formam um grupo relativamente homogêneo, liberal, belíssimo e cosmopolita. Estou falando das Mulheres Pós-Constituinte – ou seja, nascidas depois da promulgação da Constituição brasileira, de 5 de outubro de 1988.
Nunca antes na história deste país esse grupo de mulheres tinha idade suficiente para serem consumidas por seres humanos do sexo masculino adultos: essa nova geração de pares de seios acaba de completar 20, 21 aninhos de idade. Ao atingir essa longevidade, essas moçoilas deixam aquela idade adolescente que só lhes permitia se pegar com moleques de 15 a 18 anos para terem um vasto leque de opções pegatinoso.
Uma moça com duas décadas de vida pode se atracar com homens de 17 anos, de 30 anos, de 60 anos, de 90 anos. O céu é o limite para elas. E elas estão a aproveitar ao máximo. Melhor para nós, machos, predadores, loucos por um sangue novo, por uma barriguinha sedosa, por um bumbum rijo, um pezinho delicado, uma boquinha safadamente imaculada.
Nada parecido com essa mulherada decadente de 30 e poucos anos, que gasta milhões de reais em inúteis academias para tentar reverter a lógica gravitacional de Newton. Essa geração Coca-Cola demorou a descobrir que ser gostosa não dura para sempre. É preciso malhar sempre, se cuidar como nunca, procurar estar sempre “bem passada” para o abate.
As Mulheres Pós-Constituinte, por outro lado, tem uma mente à frente. Desde os 17, 18 aninhos já infestam as academias com os perfumes deliciosos, as roupinhas provocativas e os rostinhos que miscigenam o sagrado e o profano.
Um amigo de 31 anos nos apresenta um depoimento pessoal. Ele está a namorar uma mocinha deliciosa de apenas vinte anos, completados neste mês de novembro. Quando nossa Constituição foi promulgada, ela tinha apenas um mês de vida – uma raridade, uma pepita de ouro a ser lapidada!
“Rapaz, é o céu. Cansei destas velhacas que assistiram ao show do Queen no Rock in R
io I. Hoje, essa velharia, além de estar no início do processo gravitoso de declínio corporal, só pensa em casamento, filhos e etc. Já as meninas pós-Constituinte querem balada, sexo, eventos culturais, sexo, cinema, sexo, jantar, sexo. É o estado da arte da mulher brasileira”, dispara Alecsandro, apaixonado por sua pós-Constituinte, oficialmente namorada há três meses.
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O melhor destas ninfetas é o despeito da velharia. "Nossa, você pegou pra criar?", pergunta aquela sua amiga trintona ao comentar sobre sua nova namorada. "Estou orgulhosa dele. Está com uma mulher de 30 anos, formada, independente, que sabe o que quer. Uma mulher de verdade! Deixou de pegar aquelas crianças", disse-me uma vez uma dessas velhacas, ao se referir a um amigo em comum. "O que você conversa com ela? Sobre a baladinha com DJ americano de sábado à noite?", corroem-se as coroas.
.Nessas horas, os machos sensatos, não respondem. Apenas dão uma pequena risada e se lembram do sexo da noite anterior. Ah, as Mulheres Pós-Constituinte...
.*Nas fotos acima, temos as pós-Constituinte Hayden Panetierre (20 anos, estrela de Heroes, acima) e Fany Georguleas (21 anos, da TV Record, abaixo). Precisa comentar alguma coisa?